Texto escrito pelo crítico e professor de literatura Eduardo Losso, no calor do momento, após ter assistido ao último show “Homens flores”, na Áudio Rebel (RJ); publicado no seu perfil do Facebook.  31 de agosto 1- Ontem vi o Show Homens Flores de Bruno Cosentino no Áudio Rebel. Alguma coisa muito especial aconteceu ali. 2- Há […]

domingo no alfa depois do show da etnohaus conversávamos eu, iuri e rafael e nunca me veio tão clara a ideia — embora já a tivesse elaborado, mas dessa vez ela pulou evidente — de que a questão do novo na arte ou na canção pra mim sempre esteve associada à singularidade do artista, ao […]

Íntegra da entrevista que concedi a Pérola Mathias por ocasião do lançamento do disco “Corpos são feitos pra encaixar e depois morrer”; parte da conversa foi publicada no site da revista Amarello.  Bruno, você está lançando agora o seu terceiro disco, que chama Corpos são feitos para encaixar e depois morrer. Gostaria de saber de onde vem […]

Perfil que escrevi do cantor, compositor, violonista e produtor musical Pedro Carneiro, aka Vovô Bebê, para a edição #3 da revista Polivox.  I O que salta à primeira audição de Pedro Carneiro é a singularidade da sua dicção —  a maneira como a palavra é cantada. Por um lado, constrói seu canto ao rés do […]

Texto de apresentação da turnê do álbum “Amarelo”, escrito pelo crítico e também diretor artístico do show Marcos Lacerda. Bruno Cosentino apresenta as canções de seu primeiro disco solo, “Amarelo”, ao lado de canções de outros autores. O disco e o show têm como tema central as movimentações ásperas e suaves, densas e supérfluas do […]

Texto escrito para a revista Amarello, edição #14, sobre a “Beleza”, e que discute a relação entre a beleza e a música de vanguarda, a partir da cena musical de improvisação livre no Rio de Janeiro, sediada na casa de shows Áudio Rebel. I O que é bonito pra mim, pode não ser pra você. […]

Texto escrito por mim e publicado no encarte do álbum “Babies”, gravado em parceria com a banda Exército de Bebês. O documentário que ilustra o texto, dirigido por Clara Cosentino, registrou todo processo de feitura do disco, desde os primeiros ensaios, passando pelas sessões de gravação no estúdio até o primeiro show, no Cine Jóia […]

Texto de apresentação do disco “Corpos são feitos pra encaixar e depois morrer”, escrito pelo crítico Marcos Lacerda. O novo disco de Bruno Cosentino, Corpos são feitos pra encaixar e depois morrer, dá continuidade às suas experimentações de som pop sofisticado junto a uma poética do corpo, como fizera em Amarelo, seu álbum de estreia. Por […]