Escrevi este texto para a edição #28 da revista Amarello, cujo tema foi “O feminino”. essa canção de luis capucho e marcos sacramento, que gravei no disco “babies”, é uma pequena obra-prima. ela canta —  os mundos são mais belos quando olhados pela janela e as colinas estão repletas de homens fortes e eu olho […]

Texto de apresentação do disco “Crocodilo”, de Luís Capucho, que produzi ao lado de Vovô Bebê e outros artistas da cena carioca e paulista da canção contemporânea.  Conheci Luís Capucho quando o convidei para participar do show de lançamento do disco Amarelo, em 2015. Desde então, ficamos cada vez mais próximos. E eu, muito entusiasmado […]

Texto escrito pelo crítico e professor de literatura Eduardo Losso, no calor do momento, após ter assistido ao último show “Homens flores”, na Áudio Rebel (RJ); publicado no seu perfil do Facebook.  31 de agosto 1- Ontem vi o Show Homens Flores de Bruno Cosentino no Áudio Rebel. Alguma coisa muito especial aconteceu ali. 2- Há […]

domingo no alfa depois do show da etnohaus conversávamos eu, iuri e rafael e nunca me veio tão clara a ideia — embora já a tivesse elaborado, mas dessa vez ela pulou evidente — de que a questão do novo na arte ou na canção pra mim sempre esteve associada à singularidade do artista, ao […]

Texto escrito por mim e publicado no encarte do álbum “Babies”, gravado em parceria com a banda Exército de Bebês. O documentário que ilustra o texto, dirigido por Clara Cosentino, registrou todo processo de feitura do disco, desde os primeiros ensaios, passando pelas sessões de gravação no estúdio até o primeiro show, no Cine Jóia […]

Texto de apresentação do disco “Corpos são feitos pra encaixar e depois morrer”, escrito pelo crítico Marcos Lacerda. O novo disco de Bruno Cosentino, Corpos são feitos pra encaixar e depois morrer, dá continuidade às suas experimentações de som pop sofisticado junto a uma poética do corpo, como fizera em Amarelo, seu álbum de estreia. Por […]

Texto de apresentação de “Babies”, escrito pela fotógrafa e crítica musical Pérola Mathias, e publicado no encarte do disco e no site Poro Aberto. Bruno Cosentino dá as caras. Se em Amarelo o torso nu (que anunciava seu primeiro disco solo) preconizava a contraditoriedade do desprendimento do corpo descoberto e, ao mesmo tempo, sua forma escultural […]